A BRASILEIRA DO CHIADO

A Brasileira é o coração pulsante do Chiado e um tesouro literário, arquitetónico e artístico que faz parte da história da cidade de Lisboa.
Entrar na Brasileira do Chiado é fazer uma viagem no tempo.
Um dos mais antigos e o mais emblemático café de Lisboa convida-o a entrar e a partilhar o ponto de encontro dos intelectuais de outrora, num espaço centenário que preserva o charme e a elegância originais.

Seja muito bem-vindo!

a brasileira do chiado em
exposição no mnac

Inaugurou, a 25 de junho 2021, no MNAC – Museu Nacional de Arte Contemporânea, uma exposição sobre A Brasileira do Chiado, que conta a história de uma revolução artística através das pinturas modernistas do café, a propósito da celebração dos 50 anos da segunda geração de quadros. No Museu é possível ver alguns dos quadros da decoração de 1925 e um conjunto de documentação em grande parte inédita da decoração de 1971, nomeadamente fotografias da colocação das pinturas nas paredes.

Há 100 anos, A Brasileira tomou o lugar do MNAC como primeiro museu modernista de Lisboa, recebendo nas suas paredes a tremenda geração de Almada Negreiros, Stuart Carvalhais e Eduardo Viana.

Ao longo dos seus 116 anos de história o papel d’A Brasileira tem sido o de dar palco à cultura e aos seus intérpretes, promovendo o progresso que só a arte é capaz de impulsionar. A Brasileira do Chiado e a sua História são, aliás, prova cabal de que a economia e a cultura podem e devem fundir-se para benefício mútuo, pois ambas melhoram quando conjugadas de forma inteligente, chegando a arte a mais pessoas (adquirindo mais valor à medida que mais corações vai tocando) e chegando a economia à dimensão transcendental muito acima da mera razão monetária.

Hoje, como ontem, A Brasileira continua a cumprir o seu desígnio de propulsor de mudança e de palco da efervescência artística. Fá-lo a cada encontro que acontece numa das mesas sextavadas, mas sobretudo fá-lo a cada história contada na Mensagem de Lisboa, nascida no mesmo lugar onde um dia Almada escreveu parte do famoso Manifesto. Hoje, como na altura, acreditamos poder ser parte da mudança.

Uma exposição para ver até 26 de setembro 2021, no MNAC, com a curadoria de Maria de Aires Silveira e Raquel Henriques da Silva.